Encarnados e Amarelos

3/20/2008

É frequente termos que apresentar os chamados “Encarnados e Amarelos”, ou Peças Desenhadas de Alterações e Sobreposições.

Seja em projectos de recuperação, alteração, ou restauro, seja nas telas finais de obra com respectivas alterações decorridas durante a obra, é-nos exigido a apresentação de Plantas, Cortes e Alçados em que se sobrepõe o existente com o proposto.

Por convenção, os elementos a manter representam-se a negro, as demolições a amarelo e as construções a encarnado.

Partindo do princípio que não queremos desenhar individualmente as peças, recorrendo a linhas e tramas, precisamos que o próprio modelo execute estas peças.

Não existe nenhum método automático no ArchiCAD para estas representações, de maneira que temos que utilizar um workaround.

O processo que vou passar a descrever é o que eu tenho utilizado. Não significa que seja o melhor, nem sequer que seja o único. É o que eu uso, e aqui vai.

Partindo então do princípio que cada desenho terá que conter três informações distintas – a manter, a demolir e a construir – correspondente a outras tantas cores – negro, amarelo e encarnado -, vamos preparar o nosso Layout para efectivamente sobrepor três desenhos por cada representação.

Assim, por exemplo, para a planta do Piso 0 teremos três plantas sobrepostas, cada uma com a sua cor.

Como vamos programar o computador a produzir peças distintas do mesmo piso, com informação diferenciada e cores individualizadas?

Simples. Para a informação individualizada, vamos recorrer à Combinação de Vegetais. Para as cores personalizadas, vamos trabalhar com Canetas & Cores.

Para exemplificar, vamos primeiro construir um edifício simples, qualquer coisa como isto (Pritzker, aqui vou eu!).





Claro que não basta construir os elementos do modelo. Se queriam a vida simplificada, deveriam ter ficado com o AutoCAD. Ou com as Rotrings. Ou na cama…

É preciso preparar a sua estrutura de vegetais. Neste caso, precisamos de distinguir os vegetais referentes ao existente, ás demolições e ás construções. Como exemplo, usem esta estrutura (Ctrl + L):



Uma questão muito importante é atribuir um número de prioridade de intersecção diferente para os vegetais A Demolir. Deste modo garantimos que não vamos ter intersecções indesejadas.

Todos os elementos que construimos foram colocados nos vegetais Existente. Vamos agora proceder à demolição dos elementos indesejados. Neste caso, serão as paredes interiores.

Mas atenção, não vamos simplesmente apagar essas paredes. Vamos passá-las para um vegetal A Demolir.

Para termos a certeza que assim é, primeiro tornarmos os vegetais A Demolir invisíveis.



Agora basta alterar o vegetal das paredes interiores e elas “desaparecem”. É Magia!

O passo seguinte será construir novas paredes interiores. Essas paredes serão construídas num vegetal A Construir.



Até aqui, nada de transcendental. Vamos agora criar um conjunto de Combinações de Vegetais. Para cada situação em desenho teremos um conjunto diferente.

Planta 1:100 Existente – Apenas estarão visíveis os vegetais Existente.

Planta 1:100 A Construir – Apenas estarão visíveis os vegetais A Construir.

Planta 1:100 A Demolir – Apenas estarão visíveis os vegetais A Demolir.



Na coluna da direita preparamos a visibiliade pretendida para cada vegetal, e depois, através da tecla Nova, memorizamos os settings com o nome respectivo.

Agora podemos saltar de combinação em combinação através das Opções Rápidas, por baixo do Navegador.



A primeira parte está cumprida. Temos os elementos do nosso modelo nos vegetais correctos, e temos a três combinações de vegetais necessária para produzir os desenhos.

O passo seguinte é criar um conjunto de canetas para cada “cor” dos desenhos Encarnados e Amarelos.

O ArchiCAD permite-nos criar os mais diversos conjuntos de canetas. Para aceder a essa funcionalidade vamos pelo menu Opções > Atributos do Elemento > Canetas & Cores (Vistas do Modelo).

Como podemos ver, temos estado a trabalhar no conjunto designado 01 Cor Conceptual. As canetas numeradas de 1 a 140 já se encontram atribuídas.

Cada coluna de cores representa um tipo de elemento constructivo ou de anotação, enquanto que cada linha representa a caneta atribuida a parte desse elemento.

Por exemplo, as lajes localizam-se na coluna 9, sendo que a caneta 49 corresponde à cor/espessura da estrutura em corte.



Se formos ao 2.º conjunto de canetas, 02 Arquitectura, vemos que todas as cores se encontram agora a negro ou cinzento, mas as espessuras e descrições de cada caneta mantêm-se.

O conjunto de canetas 02 Arquitectura é perfeito para a nossa planta A Manter. Vamos agora criar um conjunto para a planta A Demolir.

Para tal, seleccionamos todas as canetas de 1 a 97, excluindo as três colunas da direita, clicando na caneta 1 e de seguida na 97, com o shift premido.

Com estas canetas activadas clicamos em Editar e escolhemos um amarelo que seja bem visível na plotter. Finalmente guardamos este conjunto de canetas com Guardar Como, atribuindo-lhe o nome de 02 01 A Demolir.



Vamos agora criar outro conjunto de canetas, designado 02 02 A Construir, com todas as canetas de 1 a 97 a encarnado.

Temos assim todos os trabalhos preparatórios terminados.

O passo final será publicar as três plantas dum Layout. A operação de publicação já foi explicada neste post.

Cada planta é publicada com a sua combinação de vegetais. Colocamos estas três plantas lado a lado no Layout escolhido.



Falta atribuir os conjuntos de canetas adequados. Para tal, seleccionamos um dos desenhos, abrimos as suas definições (Ctrl+T) e alteramos o Conjunto de Canetas no quadro das Propriedades.



Depois de repetir esta operação para as três vistas, ficamos com os desenhos correctamente representados.



Finalmente, sobrepomos os três desenhos, de modo a obter uma imagem única.



Esta operação deverá ser repetida para cada desenho, sejam plantas, cortes ou alçados. É certamente um trabalho fastidioso mas, uma vez executado, ficamos com a certeza que as peças de Alteração e Sobreposição ficam prontas e, mais importante, vinculadas ao nosso modelo, ou seja, qualquer alteração ao 3D reflecte-se automáticamente nas peças desenhadas, sem necessidade de actualizá-las manualmente.


MINI DICA

Coloque um ponto quente algures na planta, para facilitar o alinhamento dos desenhos na fase final.

28 comments:

ambrozote disse...

bom método.

para outras alternativas, sugiro um artigo que considero igualmente bom.
http://www.aecbytes.com/tipsandtricks/2008/issue26-archicad.html

Miguel Krippahl disse...

Já conhecia esse artigo, muito bom.Gosto especialmente da parte em que ele indica que, ao contrário de outros softwares que nos obrigam a fazer as coisas à maneira deles, no Archicad é possível fazer este exercício recorrendo a, pelo menos, 4 métodos completamente diferentes.

ambrozote disse...

off topic.

posso sugerir um tópico? tenho interesse pessoal, é um facto. Ando um pouco "ás aranhas" com os workspaces e ainda não consegui encontrar um site que mo descrevesse detalhadamente de modo a conseguir identificar as suas reais vantagens.

Por acaso não andas com um impulso incontrolável de o fazer? Permite-me o elogio, mas gosto do modo como apresentas as coisas. E ainda por cima EM PORTUGUÊS!!!

saudações

Miguel Krippahl disse...

Parece-me uma excelente ideia.
O fine tuning do nosso workspace é fundamental para optimizar a produtividade da ferramenta, mas tenho reparado que poucas pessoas lhe dãoa devida importância.
Fica na calha, possívelmente logo a seguir ao artigo sobre malhas.
Obrigado.

ambrozote disse...

eu disse "workspaces"? mil perdões. queria dizer "worksheets".

Miguel Krippahl disse...

O que entende por worksheets?

ambrozote disse...

ver
"Worksheets: A New Drawing Type"
em
http://www.aecbytes.com/review/2007/ArchiCAD11.html

Gil Guerra disse...

Caro Miguel,

Estou no processo de montar um primeiro projecto de alterações. Encontrei alguns métodos explicados em sites Anglo mas nenhum resolvia os nossos problemas. Encontrei o seu método e na tentativa de configurar o ficheiro para a saída organizada dos documentos deparei-me com um problema que não consigo resolver. Quando um projecto tem alterações em vários pisos e implica a alteração de lajes surge o problema da transparência das mesmas que não permitem ver a totalidade dos drawings que estão por trás sem suspender os cover-fills dos próprios objectos, o que não é muito prático para os outros desenhos i.e. levantamento e proposta. O mesmo se passa com os cortes e os alçados mas com maiores implicações dado que aqui o que ás vezes fica oculto são equipamentos de cozinha ou janelas.
Até agora o seu processo parece-me ser o melhor que encontrei mas resta-me resolver esta questão para evitar o recurso à sobreposição de cortes-mortos manualmente limpos de coverfills no sentido de manter o modelo são.

Gil Guerra disse...

Já está resolvi o problema em plantas (defeituoso mas por enquanto vai ter de servir).`´E necessário criar um model view set específico para as vistas de Amarelos e vermelhos em que as lajes apareçam sem coverfills. O resultado permite a sobreposição um pouco mais clara destas duas vistas e evita o recurso a objectos sem coverfills o que os tornaria transparentes em todas as situações.
Mais descobri que é mais prático utlizar esta sobreposição de manter/demolir/construir sómente para as vistas que requerem os três Pen-Sets de modo a evitar a actualização de múltiplas vistas em cada desenho e a sujeição ao model-view-set das mesmas. Aí o caso é criar um conjunto de vistas/Modelviewset/penset/layercombination próprios tanto para o levantamento existente como para o projecto final.
Agora o problema continua nos alçados e nos cortes. Se o conseguir resolver sem o recurso à edição estéril em 2D volto a falar, senão terei que me render. Não é muito grave porque com sorte a documentação das alterações é um assunto que acaba no licenciamento...mas nem sempre!

Miguel Krippahl disse...

Boas Gil

Peço desculpa por só responder agora, não tinha visto o seu 1.º comentários e entretanto fui de férias.

O método por mim explicado não é perfeito, longe disso.

As plantas têm soluçao fácil, como já decobriu, mas os alçados e cortes não têm nenhuma solução automática. Os tais elementos fantasma aparecem quer se queira que não, e apenas vejo duas hipóteses:

1- Editar cada vista no layout, abrindo buracos de modo a esconder os elementos que deveriam estar invisíveis.

2- Ignorar o problema.

Pessoalmente, gosto muito desta segunda hipótese. Não só é menos trabalhosa, como é mais compatível com a tecnologia que temos nas mãos e a representação que obtemos dela. Passo a explicar:

Convencionalmente, num alçado de encarnados e amarelos, uma parede nova esconde os elementos que estão por detrás dela, mesmo que esses elementos pertençam a outra fase (por exemplo, demolições).
No entanto, importa questionar porque é que a convenção dita que assim seja. Por clareza de leitura? Ou por facilidade de desenho (manual)?

Tendo a pensar que seja a segunda hipótese. No ido reino das Rotrings (e do Autocad) desenhar as várias fases transparentemente acarretava sempre muito mais trabalho. Como tal, a opção óbvia na altura sería esconder tudo o mais possível.

No entanto, a partir do modelo, é possível ver como elas interagem entre si.

Por isso, e contra as convenções oriundas do desenho, não vejo porque não podemos ter alçados a encarnados e amarelos em que elementos de uma fase não escondem elementos de outra. A princípio torna-se um pouco mais confuso, mas com o tempo vemos que estes desenhos contêm bastante mais informação que os tradicionais.

Gil Guerra disse...

Olá Miguel,

Estou de acordo com o raciocínio e é uma questão que sempre me fez espécie mesmo na era do desenho.
Continuando esse raciocínio acho que a questão se pôe em "o que é que estamos a tentar representar e porquê" e também esta questão mexe com os meios visuais que temos à nossa disposição (até na variedade de media). Porque não a representação tridimensional ou em movimento e com que elementos e dados. muito mais importante seria para as autoridades terem acesso a uma estratégia de recuperação tanto arquitectónica como já o era "mais ou menos", mas também construtiva, reconstrutiva, funcional. Bem o 3D reduzido a meia dúzia de perspectivas tricolores já seria suficiente por enquanto.
Só para não continuar a sentir-me estúpido ao entregar aqueles cortes a alçados ilegíveis!

Miguel Krippahl disse...

Eu também ... :)
Por isso é que abro buracos nas vistas colocadas nos layouts, para esconder os elementos, principalmente nos alçados, onde se nota mais (ninguém no seu perfeito juizo olha para cortes em encarnados e amarelos, excepto para confirmar a volumetria expressa nos alçados).

Anónimo disse...

Bom dia encontrei este site por mero acaso. No entanto gostaria que dessem uma espreitadela neste site, que tem um software que gera automáticamente, amarelos e encarnado através da sobreposição dos dois desenhos. Trabalha na plataforma CAD e Archicad, reduz o trabalhos a escassos segundos.

http://arqlift.pt//multi_alt.html

Cumprimentos João Coelho

Miguel Krippahl disse...

Caro João

Tem a certeza ue funciona em ArchiCAD?
parece-me um addon de autocad, para desenho.

Anónimo disse...

Boa tarde Miguel,

Pelo menos essa foi a informação que me deram. Apesar de a versão que tenho ser para a plataforma CAD, vou averiguar melhor para que poder dar esse esclarecimento.

Não deixem de visitar o meu blog com trabalhos 3D.

http://www.3darqui.blogspot.com/

Cumprimentos,
João Coelho

Miguel Krippahl disse...

Não faço ideia o que seja isso da plataforma CAD.

Carlos disse...

Olá colegas Arquitectos e "Archicadianos".

Sou um iniciante em Archicad (com cerca de 3-4 semanas de utilização) depois de muitos (talvez demasiados) anos no Autocad...muito me arrependo de não ter descoberto esta fantástica ferramenta mais cedo!

Gostei muito deste tópico, pois neste momento encontro-me em pesquisa desenfreada pela net, com o intuito de tentar encontrar o máximo de informação possível para poder realmente TRABALHAR em Archicad.
Consegui realizar o tutorial dos Amarelos e Encarnados sem grandes problemas (para grande felicidade minha) só que me deparei com uma questão...ao separar os desenhos/plantas em amarelos, vermelhos e existente, como proceder para efectuar os cortes após essa "separação"? Sei que poderá parecer-vos uma questão de certa forma ignorante, mas está a causar-me alguma confusão. Agradecia, se possível que me ajudassem nesse aspecto. Cumprimentos e obrigado.

Miguel Krippahl disse...

Carlos


Confesso que não entendo a pergunta. O corte é feito exactamente da mesma maneira que sempre o faz.

Carlos disse...

Agradeço a resposta breve.

Peço desculpa por me ter explicado mal, mas tal também se deve à minha ainda inoperância em algumas situações com o Archicad.

O que pretendia saber é de que forma posso visualizar os cortes com todos os traços (amarelos/encarnados/existente), uma vez que vamos fazer a separação nas Combinações de vegetias. Ou seja...como consigo visualizar amarelos/vermelhos/existentes sobrepostos no Mapa de Projecto?

Obrigado

Miguel Krippahl disse...

Carlos

Sobrepondo as várias vistas, conforme está explicado no post.

Gera uma vista por cor, e sobrepõe-nas no livro de layouts.

Carlos disse...

Mais uma vez, agradeço

Cumprimentos

gdionisio disse...

Olá, sou utilizador recente do archicad e tenho um projecto "em mãos" de alterações e este post, veio dar-me uma ajuda imprescindível. Contudo estou com problemas no que respeita à representação dos vãos, uma vez que não os posso colocar no layer demolir, não aparecem a amarelo, e em situações em que é só para alargar uma porta, não consigo resolver a sobreposição vermelho/amarelo da porta nova. Terei de me desligar do modelo na parte dos alçados/cortes em relação aos vãos? ou é a minha pouca experiência que me pregou uma partida? De qualquer forma, obrigado pelo seu esforço em partilhar parte do seu conhecimento connosco.
abraços

Miguel Krippahl disse...

Viva Dionísio

O modo mais rápido para resolver esse problema é utilizar anetas diferentes para os vãos inseridos em paredes existentes que não serão alteradas.

Existe um processo totalmente diferente do descrito neste blog, que recorre ás anotações e revisor de projecto, que não tem problemas nenhuns com a representação das portas.

Sugiro que vá ao forum da www.infor.pt , que há lá gente que domina bem esta técnica.

gdionisio disse...

obrigado miguel, vou procurar!

Rui Costa disse...

Boas. Sou um "acompanhador" anónimo à muito tempo deste post amigo de todos os que utilizam o Archi. Desde a versão 4.0 ou da 6.5em portugues ate a 11(ainda estou no 11)( não há cheta para a 12) que vou fazendo umas pequenas brincadeiras principalmente 3D de Exteriores pois o de interiores os clientes acham muito caro.( Se soubessem as horas que se gastam as vezes, ate chegar ao final, talvez não dissesem o mesmo...lol.)

Este metodo que o "nosso" amigo ARQ.MIguel nos deixa é uma grande ajuda e muito válido. Tudo arrumadinho e com um bocadinho de pratica faz-se na (boa).
No entanto se alguem tiver o Autocad (versão 8/9 ou 10)e quizer investir um pequeno valor num programinha de uma empresa em Leiria (www.arqlift.pt), eles tem um programinha(Multi_ALT Cross Over) tipo Up-grade no Autocad, esse programa faz os Encarnados e Vermelhos automaticamente. Basta sobrepor o existente e o definitivo e o programa executa em segundos o desenho de sobreposição e cria automaticamente layers e as cores adequadas.
Um projecto total de amarelos e vermelhos demora "talvez" 5 minutos sem espinhas.
Sou grande adepto do Archicad e não trocaria por nada trabalhar com outro programa mas este up-grade para amarelos e vermelhos deu-me cabo do canastro....lol.
(Só é pena ser em Autocad)
Nota: Não tenho nada a haver com a empresa, sou apenas um mero utilizador.
Um abraço a todos. Espero comments.

Miguel Krippahl disse...

Caro Rui

Para quem não tem cheta para fazer o upgrade do Archicad 11 para o Archicad 12, que neste momento custa 445€ - http://www.infor.pt/noticias.php?id=74
e apresenta uma solução que implica comprar um AutoCad, que eu saiba anda nos milhares de Euros, parece-me haver aqui uma incongruência qualquer.

Bem sei que a resposta vai ser na linha de "é uma boa solução para quem já tem o AutoCad".

Nesse caso, a minha pergunta será porque raio é que alguém que trabalha com o Archicad haveria de ter o Autocad? Venda a licença do Autocad, faça a actualização do Archicad do 11 para o 12, e ainda faça uma volta ao mundo com o dinheiro que lhe sobra.

Por outro lado, o método que eu explico é um dos possíveis para produzir encarnados e amarelos.

Como em tudo no Archicad, existem outros métodos, mais ou menos adaptados ao processo de trabalho de cada um.
http://www.aecbytes.com/tipsandtricks/2008/issue26-archicad.html
Ou outro modo, que é usando o revisor do projecto.

Quando fala que o tal add-on do Autocad faz os encarnados e amarelos em cinco minutos, o que eu lhe posso responder é que isso é mais cinco minutos do que fazê-lo no ArchiCad, pelo que não me parece ganho de tempo.

Concluindo: Agradeço a participação, mas fica a dúvida: Porque é que vem para este blog do Archicad "vender" uma solução que obriga a comprar mais dois softwares e, pior ainda, trabalhar os desenhos fora do archicad, deitando fora todas as vantagens de ter todas as peças escritas e desenhadas vinculadas a um modelo 3D? Repetidas vezes?

Linhaencarnada disse...

gostaria de saber se existe alguma forma de importar importar desenhos deautocad sem perder caracteristicas?
O meu maior problema até agora,tem sido nas espessuras das linhas e nas imagens.

Miguel Krippahl disse...

Nelson

Existe, deve explorar as capacidades dos tradutores de importação.

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