É frequente termos que apresentar os chamados “Encarnados e Amarelos”, ou Peças Desenhadas de Alterações e Sobreposições.
Seja em projectos de recuperação, alteração, ou restauro, seja nas telas finais de obra com respectivas alterações decorridas durante a obra, é-nos exigido a apresentação de Plantas, Cortes e Alçados em que se sobrepõe o existente com o proposto.
Por convenção, os elementos a manter representam-se a negro, as demolições a amarelo e as construções a encarnado.
Partindo do princípio que não queremos desenhar individualmente as peças, recorrendo a linhas e tramas, precisamos que o próprio modelo execute estas peças.
Não existe nenhum método automático no ArchiCAD para estas representações, de maneira que temos que utilizar um workaround.
O processo que vou passar a descrever é o que eu tenho utilizado. Não significa que seja o melhor, nem sequer que seja o único. É o que eu uso, e aqui vai.
Partindo então do princípio que cada desenho terá que conter três informações distintas – a manter, a demolir e a construir – correspondente a outras tantas cores – negro, amarelo e encarnado -, vamos preparar o nosso Layout para efectivamente sobrepor três desenhos por cada representação.
Assim, por exemplo, para a planta do Piso 0 teremos três plantas sobrepostas, cada uma com a sua cor.
Como vamos programar o computador a produzir peças distintas do mesmo piso, com informação diferenciada e cores individualizadas?
Simples. Para a informação individualizada, vamos recorrer à Combinação de Vegetais. Para as cores personalizadas, vamos trabalhar com Canetas & Cores.
Para exemplificar, vamos primeiro construir um edifício simples, qualquer coisa como isto (Pritzker, aqui vou eu!).

Claro que não basta construir os elementos do modelo. Se queriam a vida simplificada, deveriam ter ficado com o AutoCAD. Ou com as Rotrings. Ou na cama…
É preciso preparar a sua estrutura de vegetais. Neste caso, precisamos de distinguir os vegetais referentes ao existente, ás demolições e ás construções. Como exemplo, usem esta estrutura (Ctrl + L):
Uma questão muito importante é atribuir um número de prioridade de intersecção diferente para os vegetais A Demolir. Deste modo garantimos que não vamos ter intersecções indesejadas.
Todos os elementos que construimos foram colocados nos vegetais Existente. Vamos agora proceder à demolição dos elementos indesejados. Neste caso, serão as paredes interiores.
Mas atenção, não vamos simplesmente apagar essas paredes. Vamos passá-las para um vegetal A Demolir.
Para termos a certeza que assim é, primeiro tornarmos os vegetais A Demolir invisíveis.
Agora basta alterar o vegetal das paredes interiores e elas “desaparecem”. É Magia!
O passo seguinte será construir novas paredes interiores. Essas paredes serão construídas num vegetal A Construir.
Até aqui, nada de transcendental. Vamos agora criar um conjunto de Combinações de Vegetais. Para cada situação em desenho teremos um conjunto diferente.
Planta 1:100 Existente – Apenas estarão visíveis os vegetais Existente.
Planta 1:100 A Construir – Apenas estarão visíveis os vegetais A Construir.
Planta 1:100 A Demolir – Apenas estarão visíveis os vegetais A Demolir.
Na coluna da direita preparamos a visibiliade pretendida para cada vegetal, e depois, através da tecla Nova, memorizamos os settings com o nome respectivo.
Agora podemos saltar de combinação em combinação através das Opções Rápidas, por baixo do Navegador.
A primeira parte está cumprida. Temos os elementos do nosso modelo nos vegetais correctos, e temos a três combinações de vegetais necessária para produzir os desenhos.
O passo seguinte é criar um conjunto de canetas para cada “cor” dos desenhos Encarnados e Amarelos.
O ArchiCAD permite-nos criar os mais diversos conjuntos de canetas. Para aceder a essa funcionalidade vamos pelo menu Opções > Atributos do Elemento > Canetas & Cores (Vistas do Modelo).
Como podemos ver, temos estado a trabalhar no conjunto designado 01 Cor Conceptual. As canetas numeradas de 1 a 140 já se encontram atribuídas.
Cada coluna de cores representa um tipo de elemento constructivo ou de anotação, enquanto que cada linha representa a caneta atribuida a parte desse elemento.
Por exemplo, as lajes localizam-se na coluna 9, sendo que a caneta 49 corresponde à cor/espessura da estrutura em corte.
Se formos ao 2.º conjunto de canetas, 02 Arquitectura, vemos que todas as cores se encontram agora a negro ou cinzento, mas as espessuras e descrições de cada caneta mantêm-se.
O conjunto de canetas 02 Arquitectura é perfeito para a nossa planta A Manter. Vamos agora criar um conjunto para a planta A Demolir.
Para tal, seleccionamos todas as canetas de 1 a 97, excluindo as três colunas da direita, clicando na caneta 1 e de seguida na 97, com o shift premido.
Com estas canetas activadas clicamos em Editar e escolhemos um amarelo que seja bem visível na plotter. Finalmente guardamos este conjunto de canetas com Guardar Como, atribuindo-lhe o nome de 02 01 A Demolir.
Vamos agora criar outro conjunto de canetas, designado 02 02 A Construir, com todas as canetas de 1 a 97 a encarnado.
Temos assim todos os trabalhos preparatórios terminados.
O passo final será publicar as três plantas dum Layout. A operação de publicação já foi explicada neste post.
Cada planta é publicada com a sua combinação de vegetais. Colocamos estas três plantas lado a lado no Layout escolhido.
Falta atribuir os conjuntos de canetas adequados. Para tal, seleccionamos um dos desenhos, abrimos as suas definições (Ctrl+T) e alteramos o Conjunto de Canetas no quadro das Propriedades.
Depois de repetir esta operação para as três vistas, ficamos com os desenhos correctamente representados.
Finalmente, sobrepomos os três desenhos, de modo a obter uma imagem única.
Esta operação deverá ser repetida para cada desenho, sejam plantas, cortes ou alçados. É certamente um trabalho fastidioso mas, uma vez executado, ficamos com a certeza que as peças de Alteração e Sobreposição ficam prontas e, mais importante, vinculadas ao nosso modelo, ou seja, qualquer alteração ao 3D reflecte-se automáticamente nas peças desenhadas, sem necessidade de actualizá-las manualmente.
MINI DICA
Coloque um ponto quente algures na planta, para facilitar o alinhamento dos desenhos na fase final.
Encarnados e Amarelos
3/20/2008
Filed Under: Dicas |28 comments
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28 comments:
bom método.
para outras alternativas, sugiro um artigo que considero igualmente bom.
http://www.aecbytes.com/tipsandtricks/2008/issue26-archicad.html
Já conhecia esse artigo, muito bom.Gosto especialmente da parte em que ele indica que, ao contrário de outros softwares que nos obrigam a fazer as coisas à maneira deles, no Archicad é possível fazer este exercício recorrendo a, pelo menos, 4 métodos completamente diferentes.
off topic.
posso sugerir um tópico? tenho interesse pessoal, é um facto. Ando um pouco "ás aranhas" com os workspaces e ainda não consegui encontrar um site que mo descrevesse detalhadamente de modo a conseguir identificar as suas reais vantagens.
Por acaso não andas com um impulso incontrolável de o fazer? Permite-me o elogio, mas gosto do modo como apresentas as coisas. E ainda por cima EM PORTUGUÊS!!!
saudações
Parece-me uma excelente ideia.
O fine tuning do nosso workspace é fundamental para optimizar a produtividade da ferramenta, mas tenho reparado que poucas pessoas lhe dãoa devida importância.
Fica na calha, possívelmente logo a seguir ao artigo sobre malhas.
Obrigado.
eu disse "workspaces"? mil perdões. queria dizer "worksheets".
O que entende por worksheets?
ver
"Worksheets: A New Drawing Type"
em
http://www.aecbytes.com/review/2007/ArchiCAD11.html
Caro Miguel,
Estou no processo de montar um primeiro projecto de alterações. Encontrei alguns métodos explicados em sites Anglo mas nenhum resolvia os nossos problemas. Encontrei o seu método e na tentativa de configurar o ficheiro para a saída organizada dos documentos deparei-me com um problema que não consigo resolver. Quando um projecto tem alterações em vários pisos e implica a alteração de lajes surge o problema da transparência das mesmas que não permitem ver a totalidade dos drawings que estão por trás sem suspender os cover-fills dos próprios objectos, o que não é muito prático para os outros desenhos i.e. levantamento e proposta. O mesmo se passa com os cortes e os alçados mas com maiores implicações dado que aqui o que ás vezes fica oculto são equipamentos de cozinha ou janelas.
Até agora o seu processo parece-me ser o melhor que encontrei mas resta-me resolver esta questão para evitar o recurso à sobreposição de cortes-mortos manualmente limpos de coverfills no sentido de manter o modelo são.
Já está resolvi o problema em plantas (defeituoso mas por enquanto vai ter de servir).`´E necessário criar um model view set específico para as vistas de Amarelos e vermelhos em que as lajes apareçam sem coverfills. O resultado permite a sobreposição um pouco mais clara destas duas vistas e evita o recurso a objectos sem coverfills o que os tornaria transparentes em todas as situações.
Mais descobri que é mais prático utlizar esta sobreposição de manter/demolir/construir sómente para as vistas que requerem os três Pen-Sets de modo a evitar a actualização de múltiplas vistas em cada desenho e a sujeição ao model-view-set das mesmas. Aí o caso é criar um conjunto de vistas/Modelviewset/penset/layercombination próprios tanto para o levantamento existente como para o projecto final.
Agora o problema continua nos alçados e nos cortes. Se o conseguir resolver sem o recurso à edição estéril em 2D volto a falar, senão terei que me render. Não é muito grave porque com sorte a documentação das alterações é um assunto que acaba no licenciamento...mas nem sempre!
Boas Gil
Peço desculpa por só responder agora, não tinha visto o seu 1.º comentários e entretanto fui de férias.
O método por mim explicado não é perfeito, longe disso.
As plantas têm soluçao fácil, como já decobriu, mas os alçados e cortes não têm nenhuma solução automática. Os tais elementos fantasma aparecem quer se queira que não, e apenas vejo duas hipóteses:
1- Editar cada vista no layout, abrindo buracos de modo a esconder os elementos que deveriam estar invisíveis.
2- Ignorar o problema.
Pessoalmente, gosto muito desta segunda hipótese. Não só é menos trabalhosa, como é mais compatível com a tecnologia que temos nas mãos e a representação que obtemos dela. Passo a explicar:
Convencionalmente, num alçado de encarnados e amarelos, uma parede nova esconde os elementos que estão por detrás dela, mesmo que esses elementos pertençam a outra fase (por exemplo, demolições).
No entanto, importa questionar porque é que a convenção dita que assim seja. Por clareza de leitura? Ou por facilidade de desenho (manual)?
Tendo a pensar que seja a segunda hipótese. No ido reino das Rotrings (e do Autocad) desenhar as várias fases transparentemente acarretava sempre muito mais trabalho. Como tal, a opção óbvia na altura sería esconder tudo o mais possível.
No entanto, a partir do modelo, é possível ver como elas interagem entre si.
Por isso, e contra as convenções oriundas do desenho, não vejo porque não podemos ter alçados a encarnados e amarelos em que elementos de uma fase não escondem elementos de outra. A princípio torna-se um pouco mais confuso, mas com o tempo vemos que estes desenhos contêm bastante mais informação que os tradicionais.
Olá Miguel,
Estou de acordo com o raciocínio e é uma questão que sempre me fez espécie mesmo na era do desenho.
Continuando esse raciocínio acho que a questão se pôe em "o que é que estamos a tentar representar e porquê" e também esta questão mexe com os meios visuais que temos à nossa disposição (até na variedade de media). Porque não a representação tridimensional ou em movimento e com que elementos e dados. muito mais importante seria para as autoridades terem acesso a uma estratégia de recuperação tanto arquitectónica como já o era "mais ou menos", mas também construtiva, reconstrutiva, funcional. Bem o 3D reduzido a meia dúzia de perspectivas tricolores já seria suficiente por enquanto.
Só para não continuar a sentir-me estúpido ao entregar aqueles cortes a alçados ilegíveis!
Eu também ... :)
Por isso é que abro buracos nas vistas colocadas nos layouts, para esconder os elementos, principalmente nos alçados, onde se nota mais (ninguém no seu perfeito juizo olha para cortes em encarnados e amarelos, excepto para confirmar a volumetria expressa nos alçados).
Bom dia encontrei este site por mero acaso. No entanto gostaria que dessem uma espreitadela neste site, que tem um software que gera automáticamente, amarelos e encarnado através da sobreposição dos dois desenhos. Trabalha na plataforma CAD e Archicad, reduz o trabalhos a escassos segundos.
http://arqlift.pt//multi_alt.html
Cumprimentos João Coelho
Caro João
Tem a certeza ue funciona em ArchiCAD?
parece-me um addon de autocad, para desenho.
Boa tarde Miguel,
Pelo menos essa foi a informação que me deram. Apesar de a versão que tenho ser para a plataforma CAD, vou averiguar melhor para que poder dar esse esclarecimento.
Não deixem de visitar o meu blog com trabalhos 3D.
http://www.3darqui.blogspot.com/
Cumprimentos,
João Coelho
Não faço ideia o que seja isso da plataforma CAD.
Olá colegas Arquitectos e "Archicadianos".
Sou um iniciante em Archicad (com cerca de 3-4 semanas de utilização) depois de muitos (talvez demasiados) anos no Autocad...muito me arrependo de não ter descoberto esta fantástica ferramenta mais cedo!
Gostei muito deste tópico, pois neste momento encontro-me em pesquisa desenfreada pela net, com o intuito de tentar encontrar o máximo de informação possível para poder realmente TRABALHAR em Archicad.
Consegui realizar o tutorial dos Amarelos e Encarnados sem grandes problemas (para grande felicidade minha) só que me deparei com uma questão...ao separar os desenhos/plantas em amarelos, vermelhos e existente, como proceder para efectuar os cortes após essa "separação"? Sei que poderá parecer-vos uma questão de certa forma ignorante, mas está a causar-me alguma confusão. Agradecia, se possível que me ajudassem nesse aspecto. Cumprimentos e obrigado.
Carlos
Confesso que não entendo a pergunta. O corte é feito exactamente da mesma maneira que sempre o faz.
Agradeço a resposta breve.
Peço desculpa por me ter explicado mal, mas tal também se deve à minha ainda inoperância em algumas situações com o Archicad.
O que pretendia saber é de que forma posso visualizar os cortes com todos os traços (amarelos/encarnados/existente), uma vez que vamos fazer a separação nas Combinações de vegetias. Ou seja...como consigo visualizar amarelos/vermelhos/existentes sobrepostos no Mapa de Projecto?
Obrigado
Carlos
Sobrepondo as várias vistas, conforme está explicado no post.
Gera uma vista por cor, e sobrepõe-nas no livro de layouts.
Mais uma vez, agradeço
Cumprimentos
Olá, sou utilizador recente do archicad e tenho um projecto "em mãos" de alterações e este post, veio dar-me uma ajuda imprescindível. Contudo estou com problemas no que respeita à representação dos vãos, uma vez que não os posso colocar no layer demolir, não aparecem a amarelo, e em situações em que é só para alargar uma porta, não consigo resolver a sobreposição vermelho/amarelo da porta nova. Terei de me desligar do modelo na parte dos alçados/cortes em relação aos vãos? ou é a minha pouca experiência que me pregou uma partida? De qualquer forma, obrigado pelo seu esforço em partilhar parte do seu conhecimento connosco.
abraços
Viva Dionísio
O modo mais rápido para resolver esse problema é utilizar anetas diferentes para os vãos inseridos em paredes existentes que não serão alteradas.
Existe um processo totalmente diferente do descrito neste blog, que recorre ás anotações e revisor de projecto, que não tem problemas nenhuns com a representação das portas.
Sugiro que vá ao forum da www.infor.pt , que há lá gente que domina bem esta técnica.
obrigado miguel, vou procurar!
Boas. Sou um "acompanhador" anónimo à muito tempo deste post amigo de todos os que utilizam o Archi. Desde a versão 4.0 ou da 6.5em portugues ate a 11(ainda estou no 11)( não há cheta para a 12) que vou fazendo umas pequenas brincadeiras principalmente 3D de Exteriores pois o de interiores os clientes acham muito caro.( Se soubessem as horas que se gastam as vezes, ate chegar ao final, talvez não dissesem o mesmo...lol.)
Este metodo que o "nosso" amigo ARQ.MIguel nos deixa é uma grande ajuda e muito válido. Tudo arrumadinho e com um bocadinho de pratica faz-se na (boa).
No entanto se alguem tiver o Autocad (versão 8/9 ou 10)e quizer investir um pequeno valor num programinha de uma empresa em Leiria (www.arqlift.pt), eles tem um programinha(Multi_ALT Cross Over) tipo Up-grade no Autocad, esse programa faz os Encarnados e Vermelhos automaticamente. Basta sobrepor o existente e o definitivo e o programa executa em segundos o desenho de sobreposição e cria automaticamente layers e as cores adequadas.
Um projecto total de amarelos e vermelhos demora "talvez" 5 minutos sem espinhas.
Sou grande adepto do Archicad e não trocaria por nada trabalhar com outro programa mas este up-grade para amarelos e vermelhos deu-me cabo do canastro....lol.
(Só é pena ser em Autocad)
Nota: Não tenho nada a haver com a empresa, sou apenas um mero utilizador.
Um abraço a todos. Espero comments.
Caro Rui
Para quem não tem cheta para fazer o upgrade do Archicad 11 para o Archicad 12, que neste momento custa 445€ - http://www.infor.pt/noticias.php?id=74
e apresenta uma solução que implica comprar um AutoCad, que eu saiba anda nos milhares de Euros, parece-me haver aqui uma incongruência qualquer.
Bem sei que a resposta vai ser na linha de "é uma boa solução para quem já tem o AutoCad".
Nesse caso, a minha pergunta será porque raio é que alguém que trabalha com o Archicad haveria de ter o Autocad? Venda a licença do Autocad, faça a actualização do Archicad do 11 para o 12, e ainda faça uma volta ao mundo com o dinheiro que lhe sobra.
Por outro lado, o método que eu explico é um dos possíveis para produzir encarnados e amarelos.
Como em tudo no Archicad, existem outros métodos, mais ou menos adaptados ao processo de trabalho de cada um.
http://www.aecbytes.com/tipsandtricks/2008/issue26-archicad.html
Ou outro modo, que é usando o revisor do projecto.
Quando fala que o tal add-on do Autocad faz os encarnados e amarelos em cinco minutos, o que eu lhe posso responder é que isso é mais cinco minutos do que fazê-lo no ArchiCad, pelo que não me parece ganho de tempo.
Concluindo: Agradeço a participação, mas fica a dúvida: Porque é que vem para este blog do Archicad "vender" uma solução que obriga a comprar mais dois softwares e, pior ainda, trabalhar os desenhos fora do archicad, deitando fora todas as vantagens de ter todas as peças escritas e desenhadas vinculadas a um modelo 3D? Repetidas vezes?
gostaria de saber se existe alguma forma de importar importar desenhos deautocad sem perder caracteristicas?
O meu maior problema até agora,tem sido nas espessuras das linhas e nas imagens.
Nelson
Existe, deve explorar as capacidades dos tradutores de importação.
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