Para podermos construir o terreno dentro do ArchiCAD, precisamos de importar o levantamento topográfico, habitualmente em ficheiro .dwg ou .dxf.
Para tal, é altamente recomendável que não importe esse ficheiro directamente para dentro do seu trabalho no ArchiCAD. Se o fizer, irá dar cabo da sua estrutura de vegetais, uma vez que irá adicionar aos vegetais do ArchiCAD os vegetais do levantamento topográfico.
Assim, fica proibido de utilizar a função Ficheiro > Ficheiro Especial > Agrupar.
Em vez disso, vamos usar a função Ficheiro > Conteúdo Externo > Anexar Xref.
Ao importarmos a informação de um ficheiro externo via Xref, ou seja, Referência Externa, acontecem dois factos dignos de nota:
1- Os vegetais pertencentes ao ficheiro importado serão arrumados numa área própria, não alterando em nada a nossa estrutura de vegetais.
2- A referência externa é isso mesmo. Um apontador para um ficheiro à parte. Assim, se por alguma razão houver alterações a esse ficheiro (por exemplo, o levantamento é actualizado), a Xref irá imediatamente reflectir esse facto.
A decisão seguinte prende-se com o local onde queremos colocar a referência externa.
Antes do ArchiCAD 11, usávamos Pisos fictícios ou Pormenores independentes. No entanto, essa prática provocava, mais uma vez, uma certa desarrumação da informação que se tornava com o tempo onerosa para a gestão do projecto.
Temos agora um local bastante mais adequado para colocar todas as referências externas: As Folhas de Trabalho.
Ao clicarmos com a tecla direita do rato sobre as Folhas de Trabalho no Navegador, podemos criar uma nova Folha de Trabalho Independente:
Vamos designar essa folha de LEVANTAMENTO 2D, uma vez que será para aqui que iremos importar o ficheiro .dwg do topógrafo.
De seguida abrimos a Folha de Trabalho criada, e depois vamos para o menu Ficheiro > Conteúdo Externo > Gestor Xref.
A partir deste quadro gerimos as nossas referências externas, quer seja para anexar, desanexar ou actualizar.
Nota: Sempre que quisermos apagar uma referência externa, devemos fazê-lo a partir deste quadro, porque só assim garantimos que os respectivos vegetais também serão eliminados.
Optando por Anexar, vamos procurar o ficheiro .dwg ou .dxf e seleccioná-lo.
Um dos problemas dos ficheiros importados é a escala. Num mundo perfeito todos trabalhariam à mesma escala, mas a experiência diz-me que isso quase nunca é verdade.
No caso dos levantamentos topográficos, é frequente os ficheiros terem sido criados com base na unidade de trabalho “mílimetro”, enquanto os arquitectos trabalham habitualmente em “metros”.
Se esse for o caso, deverá multiplicar a escala x e y por mil, conforme acima indicado.
Se, depois de importar o ficheiro, verificar que ele vem na escala errada, o melhor será desanexar a Xref e voltar a anexá-la, multiplicando pelo factor certo.
Depois de anexar, poderá constatar que o levantamento foi inserido na Folha de Trabalho criada para o efeito.
Por outro lado, os vegetais do levantamento aparecem destacados dos originais, na base da lista. Embora não sejam passíveis de ser apagados, podemos escondê-los ou torná-los visíveis, conforme as necessidades.
Resumindo: Importámos a informação da topografia via Xref, de modo a garantir a consistência dos nossos vegetais, e colocámo-la numa Folha de Trabalho Independente criada especificamente para o efeito.
Vamos agora construir o terreno 3D com base na informação importada.
Para tal, vamos começar por criar um piso próprio para modelarmos o terreno.
Este piso poderá estar à mesma cota do piso imediatamente superior, quer seja o das fundações, o Piso 0 ou outros.
De seguida, vamos para o piso TERRENO e, através do Navegador, vamos mostrar a Folha de Trabalho que contém o levantamento como Traço de Referência, clicando lá com o botão direito do rato.
Se não aparecer nenhuma imagem em traço de referencia, terá que ir a Janelas > Paletes > Traço & Referência, e certificar-se que Todos os Tipos de Elementos se encontram Visíveis.
O passo seguinte será esconder todos os vegetais da Xref excepto o que nos interessam: Os pontos cotados e o limite do terreno.
Há uma tendência lamentável de usarmos as curvas de nível para gerarmos o nosso modelo 3D. Nada poderia ser mais errado.
As curvas de nível são extrapolações fictícias, feitas por um programa informático a partir de uma nuvem de pontos recolhida no terreno pelo topógrafo.
Como tal, não têm qualquer fiabilidade, podendo mesmo, em certas circunstâncias, divergir muito da realidade.
Por outro lado, utilizar as curvas de nível irá criar um terreno com uma enormidade de polígonos, que será depois muito mais difícil de gerir e modificar.
Por isso, a minha recomendação é categórica: esqueçam as curvas de nível e trabalhem apenas a partir dos pontos cotados, que são em menor número e traduzem com rigor a topografia do terreno.
Por isso: escondam todos os vegetais excepto os limites e os pontos cotados.
Lembrem-se que estamos no Piso TERRENO, vendo através do Traço de Referência o levantamento 2D colocado na Folha de Trabalho.
Vamos agora começar a construir o terreno. Para tal, vamos usar a ferramenta Malha, cujas definições vou partir do princípio que já conhecem (materiais, espessura, representação 2D, etc.).
Vamos contornar o terreno com esta ferramenta, tendo o cuidado de seleccionar os pontos sobre o limite que possuam cotas altimétricas. Nada de usar a varinha mágica.
De seguida, com a ferramenta malha seleccionada, clique num dos pontos da e seleccione, na pet palete, a alteração do z, conforme ilustrado:
Isso irá abrir a caixa de diálogo Altura do Ponto da Malha, onde irá introduzir a cota que consta do levantamento. Deverá ter especial atenção para garantir que a opção Aplicar a Todos se encontra desactivada.
Vamos agora repetir a operação para todos os pontos perímetrais da malha. Sugiro que se mova no sentido dos ponteiros do relógio (ou o contrário) de modo a certificar-se que não esquece nenhum ponto.
Depois de introduzir a altimetria a todos os pontos do perímetro, convém dar uma vista de olhos no 3D para se assegurar que não ficou nenhum esquecido.
Vamos agora acrescentar à malha os pontos interiores.
Novamente com a ferramenta malha seleccionada e com a malha seleccionada, vamos fazer um duplo clique sobre um dos pontos interiores, adicionando assim um novo ponto.
Clicando novamente nesse ponto, temos acesso à sua altimetria.
Deverá agora fazer o mesmo para os restantes pontos, até ter todo o terreno modelado na malha.
Resta repetir a operação para as várias malhas, sejam as estradas, os passeios, os terrenos vizinhos ou outros.
Falta apenas um truque final.
Como repararam, o terreno que estive a modelar situava-se mais de 600m acima do nível do mar.
Como queremos que construir o nosso edifício no piso 1, com cota altimétrica (de soleira) 0.00m, temos que baixar o piso onde se encontra o terreno tanto quanto o necessário.
Neste caso concreto, e supondo que vamos ter a soleira de entrada na cota 609, teremos que alterar a Altura até ao Piso Seguinte para -609,00.
Depois de termos modelado todo o terreno no vegetal terreno Existente, fazemos uma cópia para outro vegetal Terreno Proposto, que será alterado em função do projecto.
A essas duas malhas será depois possível aplicar Operações de Elementos Sólidos, e por essa via retirar as quantidades de escavações e aterros. Para outro Dicas e Truques.
Para quem tenha que modelar grandes quantidades de terreno, incluindo infra-estruturas viárias, valerá com certeza a pena adquirir o add-on ArchiTerra 3 da Cigraph:
Com este add-on é possível produzir automaticamente terrenos a partir de uma lista de pontos oriunda do topógrafo, implantar estradas com desenho de perfis automáticos, e muito mais.
Modelação de terrenos
9/24/2008
Filed Under: add ons, ArchiCad, produtividade |23 comments
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23 comments:
Ganda tutorial Miguel!
É pena a GS a muito tempo não apresentar nenhuma inovação na ferramenta de modelação de terrenos...
Seria ótimo, por exemplo, se pudessemos criar/salvar um terreno automáticamente a partir de um ficheiro txt com lista de pontos...
Ou ainda um parâmetro para visualização/criação automática de curvas de nível (Reais)...
Já vi alguns gurus do AC manifestarem o seu descontentamento com a evolução da ferramenta de modelação de terrenos do AC...
Quem sabe para a próxima versão teremos alguma novidade... ;o)
Sem dúvida que a GS tem que trabalhar mais os terrenos, sob pena de alienar os utilizadores.
miguel uma pergunta um pouco fora do tema, por acaso não ha esses pluggins tipo architerra em português também? facilitaria muito, não achas?
Não há a versão portuguesa, pois não deve haver compradores em número suficiente para justificar o investimento.
Penso que as versões que há são suficientemente entendíveis, na medida em que nenhum dos produtos da Cigraph pecar pelo excesso de clareza...
miguel porque não um post virado para a indicação dos melhores pluggins ou add-ons para archicad? é só uma seguestão para a publicação da tua parte e pela parte de outros usuarios.
anónimo
Eu apenas trabalhei a sério com o architerra e o archiquant, por isso não estou habilitado a falar de todos os add-ons.
Quanto ao Architerra, nunca trabalhei com a última versão, a 3, pelo que estou bastante desactualizado.
Quanto ao ArchiQuant, tenho um post na calha para publicar, com dicas e truques. Considero-o um add-on muito bom, e uma grande ais valia para quem trabalha em BIM.
então vá postando dicas uteis dos add-ons que tem conhecimento para uma melhor aprendizagem. não estou a exigir nada Arqº Miguel, é apenas uma sugestão como e obvio. obrigado.
abraços
Grande Miguel! Excelente este blog, tenho tirado muito proveito e já o indiquei aos meus alunos!
Obrigado, pois é de grande ultilidade.
Abraço
Adriano Sales
Obrigado Adriano
Gostava muito de trocar umas impressões consigo sobre a sua actividade lectiva.
Se me puder emailar para mk arroba netvisao ponto pt agradecia.
abraço
Olá Miguel.
Estou com um problema com o x'ref, coloco o desenho do levantamento, contudo quando saio do desenho e volto a entrar o levantamento vai ter ao cais do caraças, agora a sério, o desenho sai da localização original e por esse motivo quando faço traço e referência este não aparece, devo ter aqui algo mal configurado ou é mesmo assim?
Abraço.
Pedro
Pedro
Há a possibildade de mover (ou rodar) o traço de referência.
Essa operação não altera a localização do xref (que deve ir parar a esse cais porque foi assim definido no desenho de origem), apenas a sua visualização na janela traço de referência.
Boas Miguel
Eu tenho dificuldades de modelação de terrenos, aproveitei a tua dica e segui passo a passo o teu conselho, no entanto ao passar o levantamento para a folha de trabalho o mesmo não apareceu no entanto nos vegetais apareceu me os layers separadamente como era aconselhado mas o levantamento népia. que se terá passado?
Já agora grácias pelo teu blog tem me ajudado muito...
Carlos
Parece-me uma questão de escala, ou seja, ele deve á estar. mas tão pequeno ou tão grande que não se vê.
Deves tentar fazer um zoom all na vista colocada no layout para ver se ele lá está.
Também podes mostrar os vegetais todos, ou alterar o conjunto de canetas, tudo a partir da vista colocada no layout (clicar na tecla direita e abrir a vista).
Boas tardes...
Foi isso que aconteceu, muito obrigado...não querendo abusar de si mas agora surge me outro problema...quando quero definir a cota da soleira e pelo que diz tenho que escolher uma cota altimétrica do terreno, no piso do terreno ele só assume -100,00...que se passa :(
Um abraço
Carlos
ola miguel! antes de mais parabens por este blog tao util... para nos estudantes torna-se muito mais facil esclarecer as nossas duvidas neste blog!! a minha duvida em relaçao a modelaçao de terrenos reside na passagem da folha de trabalho para o terreno, isto é, quando clico na folha de trabalho para a mostrar como traço de referencia no terreno, quando abro o terreno nao aparecem as cotas altimetricas. ja tentei com todos os vegetais visiveis e nada.. se me pudesses dar uma ajuda!!
obrigado, l garcia
Viva
Não se trata de uma questão de vegetais, mas sim de quais elementos são visiveis através do Traço de Referêcia.
Por defeito, o texto não é visível.
Para torná-lo visível, basta ir ao menu Janelas > Paletes e abrir a do Traço & Referência.
Nessa palete, tem uma setinha à direita de Referência, onde escolhe quais os elementos que aparecem e quais estão escondidos.
muito obrigado! quanto a essa questao ja consegui resolver... o problema é que os pontos n se assumem como um link individual, nao conseguindo clicar neles para lhes atribuir a cota ( refiro-me aos pontos que se encontram dentro da malha)...
obrigado
l garcia
Lamento mas não entendo.
Olá Miguel,
Como sempre, a bombar e com muita qualidade.
Louvo essa energia e constante ímpeto para partilhar conhecimento.
Permite-me discordar desta ínfima parte:
"(...)As curvas de nível são extrapolações fictícias, feitas por um programa informático a partir de uma nuvem de pontos recolhida no terreno pelo topógrafo.
Como tal, não têm qualquer fiabilidade, podendo mesmo, em certas circunstâncias, divergir muito da realidade.(...)"
A bom rigor, qualquer modelação de um terreno, partindo do levantamento de um topografo, segundo o padrão actual, será sempre uma "extrapolação fictícia" da realidade.
Será que justifica sofrer tanto, modelando ponto a ponto, quando à partida o que pretendemos, e o que iremos conseguir, será sempre uma tosca aproximação à realidade.
Se o objectivo é contabilizar, com rigor, a quantidade de solo movimentado, então o Archicad também não é a ferramenta adequada.
Acredito que para complementar o rigor do projecto, com uma ambiência e enquadramento, somente, aproximado ao existente, então o método das curvas de nível, é seguramente mais que suficiente, pois é muito mais rápido, fácil e o resultado satisfatório, libertando mais tempo para o projecto.
Confesso que nunca usei o método dos pontos, pois ao ter que escolher entre a retro escavadora ou a picareta, nem hesitei. Contudo prometo que irei experimentar a picareta, quanto mais não seja pela carolice. E quem sabe se daqui a uma semanas, não voltarei aqui a informar que vendi a retro.
Uma vez mais, Obrigado Miguel pelo teu tempo.
"De que nos serve o conhecimento se não tivermos com quem o partilhar!!??"
Fernando
Obrigado pelas palavras, é raro ter aqui comentários que me façam pensar fora do software.
Quando me refiro ao fictício das curvas de nível, quero indicar que estas não vêm directamente do terreno, mas sim que são criadas através de algorítmos, logo, nunca poderão corresponder (a não ser por coincidência) à realidade.
O software é que decide onde coloca a linha à cota 210, partindo do princípio que esta se encontra a meia distância na projecção horizontal entre o ponto de cota 209,5 e o ponto 210,5 fornecidos pelo topógrafo.
O erro que tal assunção tanto maior será quanto mais acidentado for o terreno e menos quantidade de ponto tivermos.
Na maior parte dos casos, e desde que o topógrafo saiba do seu ofício, o erro é desprezível, por se situar na ordem dos centímetros.
Mesmo assim, as curvas de nível são uma criação virtual, sem correspondência directa com a realidade, que auxiliam a quem tem a vista treinada a compreender o terreno.
São, a meu ver um mal necessário, tal como os alçados. Não representam nenhuma realidade directa, mas são esquemas com algum nível de abstracção que tentam suprir o facto de nós arquitectos termos que trabalhar, nos últimos 400 anos, com projecções ortogonais em papel.
O advento dos modelos informáticos e a possibilidade de projectar e construir com base nesses modelos irá tornar os alçados e as curvas de nível inúteis, desde que surjam ferramentas mais adequadas para representar e manipular a realidade.
Quanto à metodologia proposta, de ignorar as curvas de nível e ir directo à fonte, ou seja, aos pontos do topógrafo, esta permite criar uma representação do terreno mais "leve" e fácil de modelar, e, uma vez que as curvas de nível não contêm nenhuma informação acrescida, sem perca de rigor.
A rapidez do método das curvas de nível apenas se verifica numa fase inicial, quando estamos a picar as curvas com a vara mágica e a elevar as linhas em bloco.
Logo depois começamos a sofrer as consequências desta pregiça, porque a malha torna-se excessivamente pesada, por conter milhares de polígonos (inuteis, note-se).
O drama vem mais à frente, quando queremos alterar esta malha, modelar, introduzir caminhos, estradas, passeios, plataformas. A profusão de polígonos (inúteis, repito) tornam a tarefa quase impossível, principalmente com terrenos grandes.
O tempo que poupámos na fase de introdução dos pontos perdemo-lo 10 vezes ao longo do projecto.
E, repito, sem aumento de qualidade da informação.
Finalmente concordo consigo que o Archicad não é, de longe, uma ferramenta ideal para estas operações de modelação. Tem progredido pouco nesta área, e temos sempre a esperança que a "próxima versão" venha a introduzir melhorias, nem que seja a integração do ArchiTerra.
Só um pequeno comentário para o Fernado.
Acabei de experimentar o método da "picareta" num terreno para implantação de uma moradia (cerca de 3000m2) e demorei menos de 30 min a seguir as instruções do Miguel! Como pode ver é uma picareta bastante rápida.
Boa tarde!
Caros Archicadianos,
Eu trabalho com o "archi" desde a versão 4.55 (década de 90) que era dada na faculdade. Fui aperfeiçoando a minha técnica quanto à construção de terrenos, por isso fica aqui a minha dica: quando receberem o desenho do topógrafo, utilizem as curvas de nível ao contrário do que aqui já foi dito. E isto porquê? Porque com o icon dos terrenos activado e com a varinha mágica ligada, clicam na linha da curva de nível e "voilá" esta aparece construída. Deste modo podemos construir qualquer terreno com qualquer declive muito rapidamente. Assim os restantes pontos externos às curvas serão mais facilmente identificados/criados com as cotas correctas das curvas. É claro que o primeiro passo será criar o limite do terreno com a respectiva ferramenta, caso contrário, nada disto resulta, como já devem saber. Cumprimentos a todos!
Viva Rui
O problema do seu método "voilá!" é que cria imensos polígonos na malha.
Claro que podemos programar varinha mágica para criar menos pontos ao longo da curva de nível, mas isso significa que irá haver pontos demenos em situações em que o terreno seja mais acidentado.
Na minha experiência (e dos 20 e tal alunos que tenho todos os anos e que insistem em fazer o terreno como o Rui recomenda) a rapidez de criação da malha paga-se bem caro ao longo do projecto, quando se precisa de alterar, editar, aplicar SEO, etc.
Mas essa é a maravilha do ArchiCAD: Existem sempre várias maneiras de fazer algo, ao gosto de cada um.
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