ArchiQuant - orçamentação automática

10/03/2008



Não sendo meu hábito escrever aqui sobre Plug-ins do ArchiCAD, vou abrir uma excepção para o ArchiQuant.

A estrutura do ArchiCAD é tal que permite a terceiros desenvolver programas que corram dentro dele.

Uma das empresas que mais Plug-ins tem desenvolvido ao longo dos anos é a Cigraph.

Com 17 Plug-ins em prateleira, permite aos utilizadores do ArchiCAD alterar este software de acordo com as suas necessidades.

Embora o ArchiTerra seja o Plug-in mais conhecido da Cigraph, o ArchiQuant revelou-se, desde o seu lançamento ainda em 2008 como um dos mais interessantes no mercado.

O ArchiCAD possui funcionalidades muito avançadas ao nível da medição e orçamentação.

Através do menu Calcular é possível extrair todas as listagens necessárias para a medição completa de um projecto. No entanto, a introdução dos dados e subsequente tratamento, embora de uma forma automática, requer conhecimentos por parte do utilizador que raramente se encontram nos projectistas em Portugal.

A Cigraph viu nisto uma oportunidade, e lançou o ArchiQuant.

Este Plug-in funciona basicamente como um interface entre o modelo e o menu calcular, permitindo assim ao modelador retirar quantidades e preços de um modo muito expedito.

Por outro lado, a sua versatilidade garante que essas listagens possam ser tanto sumarias como complexas.

Após a aquisição e download do ArchiQuant, será necessário instalá-lo.

Até à versão do ArchiCAD 11, a instalação pressupunha uma serialização, sendo que o site da Cigraph tem um pequeno filme a explicar como se faz.

A partir do ArchiCAD 12 a instalação dos Plug-ins da Cigraph passará a depender de um dongle USB, à semelhança do próprio ArchiCAD, permitindo assim trabalhar com a mesma licença em várias máquinas sucessivas.

Ao instalar-se nos Add-ons do ArchiCAD, o ArchiQuant cria um novo menu em Modelação > Extras de Modelação.

Optando por Open ArchiQuant Palette, vemos surgir uma pequena palete com todos os comandos.

A partir desta palete vamos construir (ou alterar) a nossa base de dados, assim como produzir os mapas desejados.

O ArchiQuant está construído de maneira a permitir vários fluxos de trabalho, por isso vou passar a descrever o meu. Neste método está subentendido que não sou um medidor/orçamentista, pelo que pretendo uma ferramenta simples e intuitiva, sem dados em excesso.

Aliás, a versatilidade do ArchiQuant é tal que tanto nos permite fazer estimativas por alto com base em estudos volumétricos (usando os m2 das zonas) como verdadeiros mapas de medição e orçamento, totalmente descriminados.

No meu caso, a maior parte das utilizações prende-se com as fases de estudo prévio e projecto base, pelo que apenas pretendo uma estimativa aproximada, mas com um rigor superior do que o habitual valor por m2 de construção.

Para tal, o fluxo de trabalho será o seguinte:

1- Criar uma base de dados.
2- Lincar ao modelo.
3- Produzir listagens.

1- CRIAR BASE DE DADOS

Depois de “onde é que vou almoçar”, a primeira pergunta que temos que colocar é “qual a complexidade da base de dados?”.

Como arquitecto, não me interessa em fase de estudo prévio uma base de dados muito complexa.

A mais valia de utilizar este software numa fase de busca de soluções é poder analisar rapidamente o que é que custa quanto, e onde posso fazer alterações ao projecto que não impliquem o seu desvirtuamento, e que levem o custo da obra para níveis aceitáveis.

Assim, em vez de fazer alterações na fase de execução, que geralmente significam perca de qualidade dos materiais de acabamento, posso estudar alternativas ainda em fase prévia, e ver as consequências ao nível dos custos.

Para tal, quero uma listagem de custos por elementos construtivos. Por exemplo, quero saber quanto me vão custar todas as paredes exteriores forradas a pedra, ou todas as portas interiores, ou aquela fachada cortina específica.

Nãos preciso de saber quanto custa o estuque projectado, ou o linóleo.

O ArchiQuant permite qualquer destas abordagens, mas, no caso corrente, vamos ficar-nos pela base mais simples: por elementos construtivos.

O primeiro passo é então criar a dita base de dados, através do botão File Management.



Depois de criada, vamos popular a base de dados com elementos construtivos.


Clicando em 1, temos acesso ao quadro de introdução dos dados da base anteriormente criada.

Activando o ícone 2 estamos a trabalhar nos capítulos da base de dados.

O ícone 3 serve para criarmos um novo capítulo, que será numerado em 4, descrito em 5, clicando seguidamente em 6 para guardar:

Iremos repetir esta operação as vezes necessárias para criar os capítulos todos.


De seguida vamos introduzir os elementos individuais que ficarão lincados aos elementos construtivos.


No mesmo quadro mudamos para elementos em 1, activando o ícone 2 para introduzir um elemento.

Em 3 vemos que ele assume automaticamente o código do capítulo, cabendo-nos acrescentar um código próprio do elemento, assim como a sua designação em 4.

Em 5 determinamos a sua unidade de medida (neste caso m3 para escavações), em 6 o preço unitário e finalmente em 7 validamos a operação.

Repetimos depois estes passos para os outros elementos.


De salientar que podemos a qualquer altura alterar um dos elementos, bastando para isso seleccioná-lo na coluna da esquerda e clicar o ícone com as chaves de porcas e de parafusos.

Temos agora criada a nossa base de dados referente ao projecto. Pela minha experiência é possível criar uma base destas a partir do zero em menos de duas horas, e depois poderemos reutilizá-la para outros projectos.

2- LINCAR AO MODELO

Criada a base de dados, chega a altura de lincá-la ao modelo.

Se o projecto ainda não tiver começado (o ideal), bastará que cada elemento construtivo novo seja previamente lincado. Recorrendo aos favoritos isto será feito num ápice.

Caso já exista um modelo, teremos que garantir que todos os elementos são lincados manualmente.

Com a função Pesquisar e Seleccionar podemos seleccionar, por exemplo, todas as paredes com uma dada composição, para depois proceder à lincagem.


Ao abrirmos a caixa de definições dessas paredes vemos que o ArchiQuant criou um novo separador no fundo da tabela:


Clicando no ícone 1 vamos escolher a entrada respectiva da base anteriormente criada.


De seguida, vamos seleccionar o componente introduzido 2 e clicar em 3.


Somos então levados ao seguinte quadro:


É preciso compreender nesta fase que o passo anterior não garantiu que o elemento fosse contabilizado para as medições. Só este passo é que vai instruir o programa para multiplicar os elementos construídos pelos valores constantes da base de dados.

Então vejamos. O slider 1 permite escolher que tipo de modificador vamos usar para efeitos de medição (área, volume, comprimento, etc.), conforme podemos ver pelos desenhos em 2. Depois de seleccionado o modificador clicamos em 3, e vemos que ele foi adicionado em 4. Finalmente validamos a operação em 5.

Sem querer baralhar muito nesta fase inicial, gostaria de chamar a atenção para o 6, onde podemos acrescentar ao modificador seleccionado um factor de ponderação, e ao 7, onde podemos atribuir dados ás várias camadas dos elementos compostos. Para outro post...

Deveremos repetir esta operação para todos os elementos construtivos, chamando a atenção que um dado elemento poderá ter mais que um componente.

Por exemplo, uma parede enterrada poderá ter o componente da parede, mas também o volume da escavação. Uma divisória interior terá o elemento próprio, mas também poderá ter o rodapé.

3- PRODUZIR LISTAGENS

Agora que temos o nosso modelo construído e devidamente lincado, queremos extrair as listagens.

Para tal, vamos abrir o quadro respectivo clicando em 1.


Neste quadro vamos decidir qual o formato das listagens e o respectivo conteúdo.

Assim, em 2 decidimos qual o tipo de elementos que o ArchiQuant deve ter em consideração. Em 3 quais os vegetais a incluir (será uma boa ideia preparar uma combinação de vegetais para este efeito específico), em 4 quais os pisos a incluir, em 5 o formato da listagem e em 6 o seu conteúdo, como podemos ver no quadro seguinte:


Sã muitas as formatações possíveis, designadamente incluir logótipos, parciais, totais, etc.

Depois é só clicar em OK – 7 – e esperar que o computador gere a tabela do projecto:


Como se pode ver, é possível agora guardar esta tabela como RTF (para abrir no Excel por exemplo) ou como PDF para colocar no layout.

Sendo que apenas arranhámos a superfície do ArchiQuant, gostaria ainda de chamar a atenção para o menu Modelação > Extras de Modelação > ArchiQuant > Find and Select, onde podemos verificar automaticamente se existem elementos construtivos que não estejam devidamente lincados.

Fundamental, para termos a certeza que as medições correspondem integralmente ao modelo.

E já sabe. Sempre que fizer alterações ao modelo, terá os custos actualizados, sem esforço.

O ArchiQuant permite também quantificar elementos não construtivos, como zonas, linhas, tramas, etc.

Um dos usos possíveis para esta capacidade é a de criar zonas para as várias especialidades, e atribuir-lhes um valor estimado.

Assim a estimativa global não fica omissa quanto a estes pontos, e é sempre possível actualizar os valores face à informação enviada pelas especialidades.

23 comments:

Braza disse...

Se me permite Miguel...

Uma outra vantagem na utilização deste add-on é poder criar uma base de dados dinâmica com preços de fornecedores/empreiteiros actualizados... O que dá um jeitão na hora da adjudicação da obra...

arq_ja disse...
Esta mensagem foi removida pelo autor.
oscar disse...

Bom plug in, realmente!

Essas quantificações são possíveis em todos os objectos do Archicad? Mesmo os terrenos?
Consigo fazer medições de aterros e desaterros no Archicad? Isso é uma coisa que ando mesmo a precisar visto que estou a desenvolver um trabalho que me daria um tremendo jeitão... mas não tenho o plug-in.

Miguel, é possível fazer essa quantificação sem o plug-in? Directamente no Archicad? Se sim, pode dar-me umas dicas para eu perceber como?

Obrigado

Miguel Krippahl disse...

braza

Sem dúvida. Embora eu continuo a gostar de trabalhar com um medidor, que é uma espécie de revisionista de todas as peças, e que costuma de encontrar erros nelas.

arq ja
Parece-me uma excelente ideia. Tenho que experimentar.

Oscar
O ArchiQuant mede tudo, incusive linhas 2d (por exemplo, tubagens que venham de um projecto de águad e esgotos em 2d).
Consigo fazer medições de moviemntos de terras, por exemplo através de operações de elementos sólidos.
É possível fazer quantificação directamente a partir do menu calcular do Archicad, mas não é coisa para emninas, mas sim para medidores de barba rija.
Pode tentar aprender a partir do manual do Archicad.

Braza disse...

Oscar,

Realmente, como referiu o Miguel, a melhor maneira de obter listagens de aterro/desaterro é usar a ferramenta calcular... Mas se não está muito familiarizado com o AC e pretende somente saber a quantidade de aterro/desaterro, pode usar a paleta "Informação do Elemento/Element Information"... Normalmente ela está desactivada, mas pode activala no menu Window>Paletas... Depois é só seleccionar o terreno original e ver o seu volume clicando no botão volume da paleta... Em seguida faça o mesmo procedimento para o terreno alterado... Para finalizar, é diminuir o volume alterado do original e você terá o volume do aterro/desaterro...

Anónimo disse...

acedi agora o blog e fico grato pela sua utilidade. em relação ao archiquant. segui passo-a-passo o tutorial e consegui usa-lo com facilidade, no entanto surgiu-me uma questão à qual não consegui dar resposta. como devo fazer para que o programa possa calcular os elementos como "unidades"? isto é, tenho o rodapé em metros lineares, as paredes em metros quadrados os lavatórios ou as banheiras em "unidades".

Miguel Krippahl disse...

Viva anónimo

No quadro do archiquant, selecciona a unidade de medida (UoM) "pieces", que é a última da lista.
No separador "ArchiQuant" do quadro de definição do elemento (acedido por ctrl T no Archicad, com o elemento seleccionado), ao abrir o "component formula definition", vai colocar o número 1 em "Component calculation formula".
Com isto vai dizer ao ArchiQuant que a formula de medição daquele elemento não é a sua superfície horizontal, ou o perímetro, mas apenas "1".
Assim, cada vez que ele encontrar um elemento desses (por exemplo a sanita) vai adicionar 1 à lista, multiplicando pelo valor estipulado na base de dados.

Anónimo disse...

viva arq. miguel,
pelo que li por ai a revista cadproject teve um final, isso confirma-se amigo? sendo assim, e uma vez que você se baseada nessa revista para fazer sair as dicas aqui para o site, como será apartir de agora arq? será você a produzir as dicas de raiz? terá mt mais trabalho a fazer, concerteza. ou afinal não passa de mais um rumor acerca da revista?
um topico de dicas que gostava de poder ter aqui no site era sobre os comandos de teclado mais importantes no archicad, que não devem ser poucos, para realizar tarefas mais facilmente.
mas deixo ao seu criterio a escolha das melhores dicas para o nosso archicad.
obrigado, parabens e não desista deste excelente blog.

Miguel Krippahl disse...

De facto, tudo indica que a CadProject faleceu...

E sim, parte do Architruques tem sido baseado em artigos para essa revista, por isso é previsível que não continue a ter o mesmo material.

Em compensação, tenho agora mais liberdade para escrever aqui artigos mais curtos, e tenho uma série de ideias que gostaria por em prática.

Haja tempo, e interesse por parte dos leitores deste blog.

Quanto aos comandos do teclado, não vejo como possa escrever algo sobre eles, uma vez que são todos programáveis, ao gosto de cada um.

Anónimo disse...

mas ainda ha truques e dicas que sairam na revista que ainda n foram publicadas no blog arq???
bora lá a animar novamente este blog, esta mt parado...
o qie precisa de nos, usuarios visitantes, para ajudar a crescer o blog?
abraços

Miguel Krippahl disse...

Já está tudo aqui.
Daqui para a frente, só fabricando de propósito.
Tenciono fazê-lo, mas confesso que esta não é a melhor altura.
Tenho uma série de ideias, mas preciso de me meter na "right frame of mind", que me tem faltado.

Anónimo disse...

não me diga que está a espera que alguma decisão por parte da graphsoft em relação ao futuro do archicad Arqº? ou de futuras melhorias avançadas do opositor directo do revit? nao me desiluda e me diga que o archicad tem os dias contados, é verdade?

Miguel Krippahl disse...

Revit? Opositor directo?
Muito me conta.

Quanto aos dias contados, todos temos.

E é por isso que eu tenho andado a fazer outras coisas, e é por isso que tenho tido pouco tempo para escrever artigos para o blog.

Isto é, afinal, apenas um passatempo.

Anónimo disse...

não quero dizer-lhe que o revit é um opositor directo, apenas lhe fiz uma pergunta arqº.
será que esta previsto o "final" do archicad apos este tempo td? lol
abraços e não me interprete mal.

Miguel Krippahl disse...

Eu acho que o interpreto bem, caro anónimo.

Quando diz "ou de futuras melhorias avançadas do opositor directo do revit?" eu interpreto que considera o ArchiCad o opositor directo do Revit.

Assim como se o Benfica for o opositor directo do Sporting implica necessáriamente que o contrário também é verdade, afirmar que o ArchiCad é o opositor directo do Revit implica que o Revit terá que ser o opositor directo do ArchiCad.

Ao nível do mercado real, nada mais longe da verdade. O opositor directo do ArchiCad é, e sempre foi, o Autocad, e esse tem estado sistemáticamente a perder terreno, aqui em Portugal.

Quanto à pergunta: Não faço a menor ideia o que está previsto, mas parece-me um pouco absurdo conjecturar que o Archicad possa estar em fim de vida, justamente agora que tem tido crescimentos nunca antes vistos, e que a maioria dos gabinetes começa a acordar ramelosamente para a necessidade de trabalhar com algo mais poderoso do que o software que tem sido impingido pela Autodesk durante todos estes anos.

Já dizia o Mark Twain: The News of My Demise Has Been Greatly Exaggerated

Anónimo disse...

caro arqº admiro a forma como você aborad os temas esclarecendo de forma eficaz e directa as questões dos utilizadores deste blog.
quando se fala de opositores directos sempre pensei nesse tal revit, devido as diversas "discussões" que se vêm por este mundo vitual fora. da forma como a arq fala vejo que afinal o mais directo opositor é o velhinho autocad. estava mesmo completamente errado então na minha primeira analise dos softs, e ainda bem.
qt ao final, espero que dure por mts e largos anos estando sempre em constantes evoluções mesmo, pois e disso que precisamos num soft da qualidade do archicad.
em relação a truques e dicas amigo arqº não desista pois são sempre bem vindos de pessoas com a sua experiência no ramo da arquitectura e do archicad.
cumprimentos

Anónimo disse...

caríssimo,
de facto, é uma experiência excitante. comecei a usar com êxito. mas agora está a acontecer um problema que não estava a espera que surgisse. comecei a introduzir uma listagem de materiais mais complexa (já vou em cerca de 150 matérias) e então...o archicad foi abaixo. reiniciei e passado algum tempo aconteceu outra vez...e outra, e outra. reinstalei o próprio archicad e tudo na mesma. que estou a fazer de errado? será que me pode indicar qual será o problema e se existe alguma solução? obrigado

Miguel Krippahl disse...

Não faço ideia.

Recomendo vivamente ir ao forum da Cigraph
http://www.cigraph.it/forums/cigraph_forum_en/index.php

O Fabrizio costuma responder prontamente.

Simplesmente Arquiteto disse...

Boa Tarde Miguel,

Acompanho seu blog a algum tempo e relamente me ajuda muito algumas dicas. Sou um usuário brasileiro de Autocad desde a versão R14 e devo confessar que o Archicad substitui com grandes vantagens o Autocad!!! Fantástico! Acabo integrando o ARchicad com outros programas com 3ds e Sketchup e seria muito interessante ver algumas dicas desta interface entre programas. Uma dúvida que sempre me ocorre aqui é como é a aceitação do mercado por aí referente a Archicad? Aqui no Brasil sinto uma resistência enorme e uma grande falta de vontade nesta atualização de programas.

Thiago Moliani

Miguel Krippahl disse...

Viva Thiago

Eu apenas trabalho com o ArtLantis para rendering, de resto faço tudo com o ArchiCAD.

Até à cerca de 2 anos o ArchiCad era muito pouco aceite aqui.

Desde aí, tem vindo a crescer um interesse generalizado por software "BIM", com predominância pelo ArchiCAD que é o mais usado.

Principalmente a nova geração de arquitectos reconhece nele uma ferramenta útil num mercado viciado pelos gabinetes de projecto implantados e por uma Ordem que lhes dá cobertura.

Simplesmente Arquiteto disse...

Fantástico, aqui ainda sinto uma grande resistência por parte de todos, (novos e velhos arquitetos, ams isto é assunto para outra conversa).

Utilizo o 3D Studio Max para renderização e alguma alterações mais artísticas. Nunca tentei usar o Atlantis para tal!

costumo utilizar o sketchup para criação de layouts. Mas diria que ainda é por uma falta de familiaridade com o Archicad do que por preferencia pelo Programa!!!

Acompanharei eu blog e conversaremos mais sobre técnicas que ainda tenho muito o que aprender dentro desta ferramente que é o archicad!

Noriberto disse...

Caros Amigos

Gostaria de saber como integrar o ArchiCAD com SketchUp ou seja: exportar do SketchUp para ArchiCAD.

Noriberto

Miguel Krippahl disse...

http://www.graphisoft.com/products/archicad/addons/sketchup/

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